Mostrando postagens com marcador REFLEXÕES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador REFLEXÕES. Mostrar todas as postagens

S I M P L I C I D A D E


É possível viver uma vida extraordinária dentro dos limites de uma vida bastante comum: cortando árvores, rachando lenha, buscando água no poço, é possível estar extremamente à vontade consigo mesmo. Limpando o chão, preparando a comida, lavando a roupa, você pode estar perfeitamente à vontade – porque a questão toda é de você atuar com todo o seu ser, desfrutando, realizando- se no que faz. Esta figura, caminhando pela natureza, mostra-nos que a beleza pode ser encontrada nas coisas simples e comuns da vida. (...) Limpar a casa, cultivar o jardim, fazer a comida – as tarefas mais simples ganham uma conotação sagrada quando são feitas com envolvimento total, com amor, e exclusivamente pelo prazer de fazê-las, sem expectativas de reconhecimento ou de recompensa. Neste momento, você passa por um período em que esta maneira cordata, natural e extremamente simples de encarar as situações que se apresentam, trará resultados muito melhores do que qualquer tentativa sua de ser brilhante, perspicaz ou, de alguma outra forma, extraordinária. Deixe de lado toda pretensão de fazer alarde quanto a ter inventado mais alguma coisa inútil, ou a vaidade de encantar seus amigos e colegas com o seu talento incomparável de prima donna. A contribuição especial que você tem para oferecer neste momento será maior se você encarar as coisas sem resistência e com simplicidade, um passo de cada vez."

(fonte imagem: Jurubeba Cultural Blog)

Nunca julgue um livro pela capa!





Calma..., calma... calma!!!...
São só, os encostos dos bancos...

-- O mundo é como um livro e quem te julga pela capa somente leu uma página. Nilvânia

Vamos juntos?


Todas as experiências querem nos conduzir ao “Divino” em nós.
Cristo anunciou: __ “Meu reino não é desse mundo”! Podemos estar no mundo e não pertencer a ele, carcereiros e prisioneiros das ilusões.

Os iludidos se tornam joguetes indefesos da inevitável alternância dos opostos... Vivem na dualidade das experiências, pois sentem, vêem, seguram (por algum tempo) compram, vendem, exploram... Agora rindo, depois em pranto, ora claro, ora escuro... Tomam o aparente e perene como real. Padecem pelas coisas, pessoas e situações transitórias e com elas gozam procurando possuí-las e, nesta luta, tentando gozar cada vez mais e sempre, possuir mais e sempre!

Não podemos nos alienar do mundo, mas também não podemos nos alienar de Deus.

A proposta realista é: favoreça o mundo, mas ao mundo não se deixe prender. Travemos a batalha, mas na condição de dês-iludidos. A ação nos pertence, mas os frutos da nossa ação devem ser uma oferenda a Deus!

Então é Natal... E a melhor festa está em estender as mãos, estar em Paz e no querer bem... E agora, está pronto para esse convite?

Vamos juntos optar pelo caminho-estreito e enfrentar as fadigas, asperezas e as possíveis quedas do trajeto?

Vamos juntos, renunciar a maciez e ao conforto da imobilidade?

Vamos juntos encetar a libertadora ascese (Sâdhana) e, assim, avançar destemidos para o preenchimento do vazio?

Vamos juntos, acreditar em nossa infinita perfectibilidade e tratar de realizá-la?

Vamos juntos, despertar do sonho que nos paralisa na fragilidade e na morbidez?

Vamos juntos, libertar-nos da miragem que o falso gozar vem mantendo como devaneio para nossos olhos?

Vamos juntos, cortar as amarras e deixar o porto que nos propicia frágeis seguranças e, assim, lançar-nos na inebriante aventura do grande mar?

Vamos juntos, renunciar ao mundo das penumbras, e, assim, nos deslumbrar?

Vamos juntos, derrubar os altos muros e aterrar os largos fossos que falsamente nos tem protegido?

Vamos juntos, superar o mero crer em nossos recursos e forças, estratégias e processos, para confiar plena e irrestritamente em Deus?

Vamos juntos, des-identificar-nos, para venturosamente nos libertarmos no infinito, dentro e fora de nós?

Vamos juntos, abandonar todo o sentido de posse, de autoria, de status, e, assim, aliviados e desimpedidos, avançar muito mais?
Vamos juntos, transcender a dor e também o prazer?

Vamos juntos, encontrar as riquezas nos despojamentos e vida no morrer?
Vamos juntos, encontrar a solução para todos os enigmas e a harmonia de todas as antíteses?
Vamos juntos, aprender a equanimidade e a humildação?
Tomara que, juntos não vacilemos, nem duvidemos, nem deixemos para depois.
Infinitude e plenitude nos esperam.

VAMOS?
JUNTOS?



DEUS É!

Baseado no texto "VAMOS JUNTOS" do livro: Vivendo em Deus (José Hermógenes)

REFLEXÕES

É normalmente mais ou menos fácil analisar os outros e os classificar de acordo com a personalidade.
É freqüentemente mais difícil virar a pesquisa para o interior com estrita honestidade, mas isso é o que você deve fazer para poder descobrir qual aperfeiçoamento ou mudança é necessária.

Paramahansa Yogananda
 

As belas figuras que viste,

as sábias palavras que escutaste,

não te entristeças se pereceram.



Enquanto a fonte é abundante,

o rio dá água sem cessar.

Por que te lamentas se nenhum dos

dois se detém?



A alma é a fonte,

e as coisas criadas, os rios.

Enquanto a fonte jorra, correm os rios.

Tira da cabeça todo o pesar

e sorve aos borbotões a água deste rio.

Que a água não seca, ela não tem fim.



Desde que chegaste ao mundo do ser,

uma escada foi posta diante de ti,

para que escapasses.

Primeiro, foste mineral;

depois, te tornaste planta,

e mais tarde, animal.

Como pode ser isto segredo para ti?



Finalmente foste feito homem,

com conhecimento, razão e fé.

Contempla teu corpo; um punhado de pó

vê quão perfeito se tornou!

Quando tiveres cumprido tua jornada,

decerto hás de regressar como anjo;

depois disso, terás terminado de vez com a terra,

e tua estação há de ser o céu.



Passa de novo pela vida angelical,

entra naquele oceano,

e que tua gota se torne o mar,

cem vezes maior que o Mar de Oman.



Abandona este filho que chamas corpo

e diz sempre Um; com toda a alma.

Se teu corpo envelhece, que importa?

Ainda é fresca tua alma.



Jalal ud-Din Rumi



Disse o coração à mente atormentada:

“Querida, por que reclamas tanto?

Qual é o motivo de tanta gritaria?

Acaso achas que o Senhor do Universo é surdo?

Pára teus lamentos e vem mergulhar nas ternas águas das praias do amor.

Vem banhar-te nas águas da compaixão que tudo cura.



Eu te acalentarei em um abraço multidimensional.

Estaremos juntos na aventura de servirmos à luz.

Viajaremos pelos lótus de Brahman em uma canção de amor.



Irmã, Jesus, Buda, Krishna e Kwan-Yin perguntaram por ti ainda há pouco. Não queres vir ter com eles?

Acalma teus pensamentos egóicos.



Nada é teu ou meu. Que tal juntar-te a mim nessas praias da consecução divina?

Não queres assistir comigo o despontar do sol do samadhi nos horizontes de nossas aspirações espirituais?



A vida não é um ringue! Não estás aqui para vencer ou perder. Estás aqui nas lides da vida para aprender.



Pára de guerrear pelas ilusões do ego e vem comigo. É uma oportunidade maravilhosa!

Jesus, Buda, Krishna e Kwan-Yin estão banhando-se agora nas águas da compaixão. Eles estão te esperando. Vem!”



by Wagner Borges









Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...